19/11/2021 às 08h50min - Atualizada em 19/11/2021 às 09h37min

Presidente do Cidadania diz que nem Bolsonaro e nem Lula correm risco de não estarem no 2° turno em 2022

"Não está decidido: vai ser Bolsonaro contra Lula. Isso é uma bobagem, não é assim”, avalia.

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O presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire, um dos principais lideres políticos do partido, alerta que "já ganhou" a afirma que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Lula (PT) podem ficar de fora do segundo turno da eleição presidencial de 2022. 

 

 

 

 

 

Em entrevista ao portal de noticias Yahoo!Noticias, disse; “Bolsonaro e Lula correm risco de não estarem no segundo turno em 2022”

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"Não está decidido: vai ser Bolsonaro contra Lula. Isso é uma bobagem, não é assim”, avalia.

Há pouco de um ano das eleições 2022, o ex-deputado e ex-ministro considera que os dois aparecem liderando as pesquisas em "recall", no caso, já são conhecidos popularmente, não estão preocupados com a disputa eleitoral do próximo ano. Na avaliação dele, os dois candidatos representam o "atraso" para o Brasil. 

 

Em opinião, Freire ressalta que ele chama de "clamor"; 

 

“Você está vendo uma mobilização política, uma discussão de uma terceira via. Mas é um candidato em abstrato. Que está conseguindo uma mobilização, uma certa unidade. Há um clamor de um setor da sociedade para que esse candidato exista. Isso é algo inédito no processo eleitoral brasileiro", disse.

No entanto, o presidente nacional do Cidadania afirma que negociações para a construção de um ovo candidato eleitoral para uma terceira alternativa estão paralisadas no momento. 

Freire destaca dois fatos que embaralharam o jogo: a possibilidade que a pré- candidatura do ex-juiz Sergio Moro (Podemos-PR), seja uma mudança. Também, Freire cita a função do DEM com o PSL como uma das causas da paralização das conversas entre os partidos de centro-direita. 

“Isso muda a nossa relação porque eram partidos individuais e passaram a ser um único partido. E com uma perspectiva muito diferente porque se tornavam o maior partido no país. E isso com todas as consequências, inclusive com o financiamento de campanha, que passava a ter um fundo eleitoral incomparavelmente maior que todos os outros partidos. E mesmo a ideia de participar do processo da sucessão presidencial com muito mais força”. 


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