15/10/2021 às 11h43min - Atualizada em 15/10/2021 às 11h43min

“Aquele espaço pode ser sim ocupado, por mulheres”, diz Claúdia

Em entrevista ao Portal Intopo a advogada destaca que veio para dar voz às mulheres que buscam ter igualdade de direito no ambiente judiciário.

Foto: Luan Rodrigues/Intopo

A advogada Cláudia Paranaguá candidata ao cargo de Desembargadora no Tribunal de Justiça do Piauí pelo 5º Constitucional sempre foi defensora atuante das causas femininas e do direito da mulher na justiça.

Um estudo realizado pela entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), em 2017, colocou o Brasil na 154ª posição de participação feminina no Congresso Nacional, em um universo de 174 países.

O Brasil é um dos países com maior desigualdade de gênero na política. A título de exemplo, há somente 15% de mulheres ocupando assentos na Câmara Federal, enquanto Ruanda, Cuba, Bolívia e Emirados Árabes Unidos contam com 50% ou mais de mulheres no Parlamento.

A luta por direitos igualitários e a humanização da justiça são bandeiras defendidas pela advogada, na qual afirma que a aprovação da paridade de gênero pela OAB possibilita que mais mulheres tenham direito a disputar cargos de alto escalão.

A advogada destaca que veio para dar voz às mulheres, que buscam ter igualdade de direito, também, no ambiente judiciário, “a justiça é para todo cidadão independente de gênero”, ressalta.

Cláudia defende o incentivo da mulher de ter seu lugar em cargos altos como direito de acesso democrático ao invés de serem impostas por leis passíveis sistema de cotas. “Aquele espaço pode ser sim ocupado, por mulheres, ela vai porque é competente não por causa de cotas”, destaca.


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