25/01/2022 às 08h41min - Atualizada em 25/01/2022 às 08h41min

Pico de casos de Covid-19 deve ocorrer em fevereiro, diz Queiroga

Apesar da alta de casos da doença, Ministério da Saúde prevê que maior número de infecções deve ocorrer nos próximos 30 dias

Ig

O Ministério da Saúde prevê que o pico de casos de Covid-19 ocorrerá no mês de fevereiro, devido ao avanço da variante Ômicron , que já representa 90% das novas infecções no Brasil. De acordo com o chefe da pasta, ministro Marcelo Queiroga, a preocupação é aumentar a imunização da população contra a doença, além da capacidade de atendimento na rede pública.

"O pico da onda Ômicron acontece cerca de 45 dias após o início das infecções. Então temos que nos preparar para os próximos 30 dias, quando teremos o maior número de casos e, consequentemente, uma maior pressão sobre o sistema de saúde", disse Queiroga à imprensa nesta segunda-feira (24).

Com a previsão, a pasta prorrogou a ajuda de custos a estados e município para a manutenção de 14.254 mil leitos de UTI por mais 30 dias. No entanto, o ministro disse que ainda há a necessidade de investir em vagas para atender casos menos graves e "fortalecer o atendimento da atenção primária".

Na ocasião, o ministro também defendeu a intensificação da testagem e vacinação no país. "A região mais vulnerável é a Norte. O objetivo é ampliar a cobertura vacinal com a segunda dose da vacina e a dose de reforço, sobretudo no público mais vulnerável", disse.
 

Pico de casos de Covid será em fevereiro, segundo o Ministério da Saúde

Pico de casos de Covid será em fevereiro, segundo o Ministério da Saúde

Foto: Governo de MG
 

O Ministério da Saúde prevê que o pico de casos de Covid-19 ocorrerá no mês de fevereiro, devido ao avanço da variante Ômicron , que já representa 90% das novas infecções no Brasil. De acordo com o chefe da pasta, ministro Marcelo Queiroga, a preocupação é aumentar a imunização da população contra a doença, além da capacidade de atendimento na rede pública.

"O pico da onda Ômicron acontece cerca de 45 dias após o início das infecções. Então temos que nos preparar para os próximos 30 dias, quando teremos o maior número de casos e, consequentemente, uma maior pressão sobre o sistema de saúde", disse Queiroga à imprensa nesta segunda-feira (24).

 

Com a previsão, a pasta prorrogou a ajuda de custos a estados e município para a manutenção de 14.254 mil leitos de UTI por mais 30 dias. No entanto, o ministro disse que ainda há a necessidade de investir em vagas para atender casos menos graves e "fortalecer o atendimento da atenção primária".

Na ocasião, o ministro também defendeu a intensificação da testagem e vacinação no país. "A região mais vulnerável é a Norte. O objetivo é ampliar a cobertura vacinal com a segunda dose da vacina e a dose de reforço, sobretudo no público mais vulnerável", disse.

Até março, o Ministério da Saúde afirmou que vai distribuir 80 milhões de testes rápidos de antígeno para identificar a doença. Os autotestes de Covid continuam sendo uma estratégia defendida pela pasta, no entanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou a decisão pela liberação ou não da venda e uso do produto .
 

Quatro diretores da agência optaram por adiar a decisão para que eles possam cobrar mais dados do Ministério da Saúde sobre os chamados autotestes. A liberação foi solicitada pela pasta após a explosão de casos da doença com o avanço da Ômicron.

"Essas informações estão sendo discutidas com a área técnica e o objetivo é concluir o mais rápido possível para que a população brasileira que desejar adquirir testes em farmácia o faça. (Serve) Para ampliarmos a capacidade de testagem e termos um acompanhamento melhor do cenário epidemiológico", afirmou Queiroga.

 

 


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