05/01/2022 às 15h37min - Atualizada em 05/01/2022 às 15h37min

Venda de anti gripais disparam e consumidores relatam falta de produtos

A procura por remédios para coriza, febre e dor de cabeça, muitos comercializados sem receita, triplicou em alguns estabelecimentos, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Jornal de Brasília

Com o surto de gripe misturado ao crescimento de casos de covid-19, as vendas de medicamentos antigripais nas farmácias dispararam nas últimas semanas. A procura por remédios para coriza, febre e dor de cabeça, muitos comercializados sem receita, triplicou em alguns estabelecimentos, na comparação com o mesmo período do ano passado.

A alta coincide com o surgimento de relatos de pacientes sobre dificuldades para encontrar os remédios em algumas farmácias. Algumas das principais farmacêuticas do País confirmam o crescimento, mas garantem não haver desabastecimento. Por outro lado, a Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) já identifica falta de determinados itens.

Na Ultrafarma, a venda de antigripais neste início de janeiro e fim de dezembro chega a ser 142% maior do que no mesmo período de 2021. A unidade do Conjunto Nacional, na esquina da Avenida Paulista com a Rua Augusta, região central de São Paulo, estava cheia na tarde desta terça-feira, 4. O gerente Maurílio Moura conta que a procura por antigripais e xaropes antialérgicos aumentou 130% nos últimos dois meses. Na farmácia de grande porte também há grande procura por vitamina C e analgésicos. Com isso, a reposição de estoques tem sido diária. “Esse cenário não era esperado. As prateleiras ficam vazias muito rapidamente.”

Com o surto de gripe misturado ao crescimento de casos de covid-19, as vendas de medicamentos antigripais nas farmácias dispararam nas últimas semanas. A procura por remédios para coriza, febre e dor de cabeça, muitos comercializados sem receita, triplicou em alguns estabelecimentos, na comparação com o mesmo período do ano passado.

A alta coincide com o surgimento de relatos de pacientes sobre dificuldades para encontrar os remédios em algumas farmácias. Algumas das principais farmacêuticas do País confirmam o crescimento, mas garantem não haver desabastecimento. Por outro lado, a Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) já identifica falta de determinados itens.

Na Ultrafarma, a venda de antigripais neste início de janeiro e fim de dezembro chega a ser 142% maior do que no mesmo período de 2021. A unidade do Conjunto Nacional, na esquina da Avenida Paulista com a Rua Augusta, região central de São Paulo, estava cheia na tarde desta terça-feira, 4. O gerente Maurílio Moura conta que a procura por antigripais e xaropes antialérgicos aumentou 130% nos últimos dois meses. Na farmácia de grande porte também há grande procura por vitamina C e analgésicos. Com isso, a reposição de estoques tem sido diária. “Esse cenário não era esperado. As prateleiras ficam vazias muito rapidamente.”

 


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